Um assunto sobre o qual não existe grande debate científico é a possibilidade de o Ser Humano não ser o mais inteligente à face deste nosso Planeta.
business-intelligence-systemsEstamos dispostos a reconhecer Inteligência em outros seres vivos, no entanto só a temos em conta caso esta faça parte da mesma frequência evolutiva que a nossa. Assim sendo, vemos a tecnologia como o expoente máximo da Inteligência em si, já que, a nosso ver, só um ser altamente evoluído pode criar ferramentas para resolver problemas. Então quando a evolução tecnológica chega ao ponto em que nos encontramos actualmente, não resta dúvida alguma para a generalidade da comunidade científica de que somos o Ser mais inteligente por estas bandas.

Mais ainda, quando usamos a nossa imaginação para o que pode haver “lá fora” em forma de vida extraterrestre, sempre se fala na possível tecnologia mais avançada que a nossa, relacionada com “aliens super-inteligentes”. Nunca parece ser possível acharmos que um Ser mais inteligente que nós não se apresentasse sem um enorme OVNI metálico que transborde tecnologia 500 mil anos à frente da nossa.

Apesar disto tudo, quando falamos de Inteligência e relacionamos essa mesma ao estudo dos cérebros dos seres vertebrados do planeta Terra, a Biologia afirma que quanto maior for o cérebro versus o tamanho do corpo, maior será a Inteligência do portador desse cérebro. Para além do tamanho do cérebro, um elevado número de circunvoluções também resultaria numa Inteligência superior.

Portanto, pensando mais aprofundadamente sobre o assunto, há alguns candidatos a serem mais inteligentes que nós, concordam? É aqui que entra um dos seres mais místicos e intrigantes que existem por cá, os Cetáceos. Em termos (muito) simplistas, os Cetáceos são submarinos orgânicos, incluindo a sua tecnologia. E é esse apecto que é subvalorizado pelo Ser Humano que só reconhece a Inteligência na sua forma material e se desligou bastante do natural e inato. Já os Cetáceos, evoluíram biologicamente em relação ao que nós precisamos de usar tecnologia para atingir. (Por exemplo, eles têm a capacidade de eco-localização através do uso de sonar para encontrar as suas presas. Comparado aos nossos dispositivos electrónicos, são muito mais eficazes. Golfinhos conseguem ver o interior dos corpos, conseguindo identificar tumores em outros animais.) O único mamífero com 4 segmentos cerebrais é o Cetáceo. Sim, nós seres humanos autoproclamados de super-inteligentes no nosso planeta, só temos 3 segmentos cerebrais como a maioria dos animais mamíferos, dos quais tanto nos gostamos de alienar.comp_brain_size

Para além disto, é bastante curioso observar o grande impacto que o estudo dos Cetáceos tem nos seus estudiosos, fazendo com que vejam a vida com outros olhos, simplesmente porque estudar esses animais lhes deu mais conhecimento sobre si próprios.

Citando Dr. Paul Spong, que chegou ao estudo da Cetologia como psicólogo: “I came to the realization, that at the same time I was manipulating their (orca) behavior, they were manipulating my behavior. At the same time I was studying them and performing experiments on them, they were studying me and performing experiments on me.

Em suma, atingir grandes metas através do uso de tecnologia pode não ser a expressão máxima de Inteligência, mas sim, simplesmente a expressão máxima da tecnologia em si. Tecnologia e Sabedoria podem ser diferentes ramificações da Inteligência em si, como uma entidade mais abrangente.

Outra ramificação da Inteligência pode ser a habilidade de um ser viver em harmonia com as leis da ecologia, reconhecendo os limites impostos a todas as espécies pelas necessidades de um eco-sistema. E observando essa capacidade, vemos que o Ser Humano ainda é muito infantil, dando mais valor ao que lhe dá prazer, do que ao que é suficiente.

Fontes: OrcLabnexusilluminati

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