A Boy Named Sue - foto: RUC

A Boy Named Sue – foto: RUC

Depois de actuações de DJs da casa, o primeiro dia de Palco RUC (Palco Secundário da Queima das Fitas de Coimbra) teve os espanhóis The Limboos a darem os primeiros acordes perante um público que era ainda diminuto. Este foi crescendo, tal como a intensidade da banda, cuja sonoridade é difícil de definir.O folclore tradicional está lá, bem como ritmos mais internacionais de Rhythm and Blues.
Os conimbricenses Subway Riders (foto principal) tiveram já um público bem composto de início ao fim que ficou do lado da banda e do seu rock despreocupado e animado. Ironicamente, auto-intitulados “a melhor banda do Mundo… e de Coimbra”, estes rapazes da velha guarda do rock coimbrão sobem, claramente, a palcos por hobbie e não por profissão.
A noite durou até às 6 da manhã com mais um DJ da rádio, desta vez o já experiente A boy named Sue que manteve a multidão animada com um set muito dançável.

 

Tribruto - foto: RUC

Tribruto – foto: RUC

No segundo dia, a noite começou com a actuação conjunta de Ghost Wavvves e NO FUTURE, ambos artistas da etiqueta portuense Monster Jinx que presentearam o público com a sua música urbana com fortes pancadas de bass.
Daqui, continuamos pela urbanidade, mas para o hip-hop puro e duro dos algarvios Tribruto. Num concerto em que muito puxaram pela audiência, esta respondeu com abertura ao seu som informal com um toquezinho de mordacidade.
A noite fechou com o DJ e produtor Evil Needle. O hip-hop continuou a estar presente, mas novamente instrumental, mas mais lo-fi e etéreo que a primeira actuação da noite.
Tal como todos os dias, a festa durou até às 6 da manhã num palco bem preenchido que pediu ainda mais, mas teve de se sujeitar às leis da Queima das Fitas.

Comentários



Cláudio Valério

Coimbrinha mais novo que o fantasma do Kurt Cobain. Estuda ciência, mas vai passar a estudar letras. Fã nº1 do Lidl.

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