Aconteceu. A super-potência mundial está agora nas mãos de um fanático arrogante, homofóbico e racista, que prometeu destruir todas as políticas sociais nas áreas da Educação e da Saúde, perseguir imigrantes, erguer muros e alimentar ódios. Um lunático para quem as alterações climáticas são uma teoria da conspiração. O produto acabado do terrorismo financeiro que aprofundou o fosso e aprisionou o mundo em jogos de dívida e de manipulação dos mercados, esvaziando a democracia e abrindo caminho a uma nova vaga de dirigentes autoritários, fundamentalistas e violentos, de Helsínquia a Budapeste, de Paris a Viena. Putin sorri, o Tea Party e os fanáticos evangélicos celebram, o lobby das armas festeja com salvas de tiros para o ar e a democracia, ligada às máquinas, luta contra a morte anunciada. Hoje é um dia triste e, ainda assim, não tão mau como os que estão para vir.

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João Mendes

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