1378761992zy7ioEu ia bem, com distância de segurança e o cinto também, eu ia no meu bagar. Até você aparecer, fazer-me sinal com a mão, pensei “Isto vai ser para onde der não?”. E agora o que é que eu faço, comecei a ficar firme comó aço, aproximava-se umas leggings enfiadas na bota, o cinto era como uma pota. Olhei para si de cima abaixo de baixo acima, vai ser agora que vou tirar esta cisma. “documentos por favor” “olhe doutor, perdão, sr.agente, (desviei o olhar para a eira) a meu ver só há três formas de resolver isto: a bem, a mal, ou à minha maneira. Tenho uma doença que não me permite estar muito tempo perto de homens fardados. “Você lançou-me um sorriso, quem sabe a seguir seriam os dados, comecei a sentir uma leve aragem, mas devia-lhe doer um ciso, pois afinal mandou-me seguir viagem. E esta é a sorte que eu tenho… venho, vim que já cheguei livre de perigos, sem me lerem os artigos, com a cabeça sem concerto, você podia ter-me lido um direito ou dois. Pois…
Serviço público a quem ainda está na sórnice: eles são três jipes ali no troço Café freaks-ponte aquela antes da pingela, perto do barreiro, alternativa: ter tudo em di(v)a que é para rimar. Se não rimar é porque a maré vai baixa, como a minha. Você sabe, podia ter dado às asinhas como uma abe, mas deixe lá isso agora. Há de chegar a hora.
É que este mês que vai entrar é grande e vocês vão andar aí como um gangue.
*de Eles benhem aí, da Alvim & os Matraquilhos.

Comentários



Véronique S.

Tem os braços onde deveria ter as orelhas. Tem o coração onde deveria ter os olhos. Já as entranhas, costuma adormecer a mexer nelas. Qual criança que brinca com os cabelos até o sono à visitar.

Publicação Anterior

Concerto Plus Ultra @ CRU - Espaço Cultural

Proxima Publicação

Se fosses Passarinho fazia-te uma Gaiola!