Educar Pixel a Pixel’ é a campanha de angariação de fundos para ajudar a Escola da Palankinha, em Luanda, um dos projectos da Agência Piaget para o Desenvolvimento (APDES). Por cada Euro doado, através do site da Escola da Palankinha, um pixel da imagem dos alunos ganha cor e um futuro. Esta iniciativa permitirá a replicação do projecto e a continuidade da intervenção em Capalanka, respondendo a outras necessidades da população. O projecto foi vencedor do Energy Globe National Award 2016, que distingue os melhores projectos mundiais ao nível da sustentabilidade em cinco categorias terra, fogo, água, ar e juventude, e do prémio na área de arquitectura Habitar Portugal, na categoria de ‘Obras no Estrangeiro’.Dança Cerimónia de ReinauguraçãoEscola da Palankinha’ foi o nome escolhido pelos alunos provenientes do Bairro de Capalanka para designar o projecto que a APDES está a desenvolver nesta localidade em Luanda. Foi a própria comunidade que sugeriu, em 2008, esta iniciativa e que indicou o acesso à educação como a maior carência local, refere a organização na nota informativa.
Inspirados no modelo da Escola da Ponte, localizada em Santo Tirso, e em parceria com o Ministério da Educação de Angola, a equipa da APDES assumiu o compromisso de ‘fazer escola’ através da Escola da Palankinha. O ‘Educar Píxel a Píxel’ dará resposta à 2ª fase de requalificação da escola, com a construção de casas de banho, um campo de jogos, assim como à formação de mais professores e ao resto do trabalho na comunidade, com a finalidade de replicar o projecto ‘Escola da Palankinha’.

Alexandre Santos é um dos embaixadores da iniciativa e acedeu responder a umas perguntas da Irreversível:

– Porque aceitaste associar-te a este projecto?
– Porque quando se trata em ajudar em estou sempre disponível. E há oportunidade de mostrar as pessoas que o humor pode ajudar os outros.

– De que forma o teu estatuto de embaixador pode contribuir para esta acção solidária?
– Tenho mais de 250 mil no Youtube, quase 200 mil no Facebook, quase 60mil no Insta, acho que já são números consideráveis para caírem ajudas… E mais uma coisa, o humor consegue tudo 🙂

– É possível educar com o Humor?
– Claro que sim. Até acho que acaba por ensinar melhor, capta mais a atenção da pessoa!

– Quando se fala de fome, pobreza e de carências a vários níveis, há limites para o Humor?
– Eu como fã de humor negro vá, não há limites, a não ser que “goze” com situações acabadas de acontecer, mas lá está, esse tipo de humor não é para todos, nem todos aceitam. Mas também não é o meu caso, não faço humor negro.

– O que é Irreversível?
– Uma nódoa de maracujá numa camisola de lã… Nunca mais a tiras…
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Francisco Barros

- Realizador e locutor radiofónico nos 90´s com "Rockodromo" & Outros
- Proprietário da extinta "Crash-Discos".
- Vocalista em "Model".
- Passador de música e performer em "Robotic Sessions".
- Musico experimental & Ocasional
- Colaborador e Ex-colaborador em diversas publicações nacionais e locais.

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