A banda que surpreendeu muitos palcos em 2016, levando na bagagem o bem recebido disco “Black Bottle“, prepara-se para um 2017 de confirmação.
Os Bed Legs actuam no Will’s Rock Club – Lousada dia 10 de Março, passam pela 15ª edição do Festival Sons de Vez no dia 18 de Março, a 1 de Abril pelo CRU: Espaço Cultural – VN Famalicão e ainda em Abril viajam até ao outro lado do atlântico para o Canadian Music Week 2017.
O projecto de Braga começou o ano com a nomeação do tema “New World” para “best rock song” nos International Portuguese Music Awards 2017.


Bom momento para uma pequena entrevista … :

– Como surgem os Bed Legs?
– Os Bed Legs surgem em 2011, fruto do marasmo do verão de então e da vontade de 4 amigos em quebrar esse mesmo marasmo, 4 amigos que se juntaram num sótão para fazer música.

– O que influencia os Bed Legs?
– O mundo que nos rodeia é a maior influência, o dia a dia, as coisas boas e más que vivenciamos, tudo isto tem consequência na música que fazemos e a maneira como encaramos a vida como pessoas e como banda.

– O vosso som surge com o conceito rock n roll, com laivos de psícadelismo e blues, o vosso processo criativo tem isso por base ou simplesmente é o que sai na sala de ensaios?
– Acho que todos temos influências diferentes no que toca à música, no entanto o Rock n Roll é comum a todos. Sabemos o som que gostamos de fazer, mas ter essa noção não nos impõe propriamente um ponto de partida ou um estilo em termos de composição, dito isto “fazemos o que sai”, tocamos o que nos toca, tocamos o que sentimos.

Bed Legs

Bed Legs

– Definiram o disco “Black Bottle” como “um álbum cru, negro e duro”, no entanto nos vossos concertos o ambiente parece muito mais de “peace & love”… O que me dizem dessa aparente antítese?
– Os concertos são para nós a parte que mais adoramos, talvez por isso sejam momentos de celebração e não o contrário. Cada concerto é para nós único, é o momento em que “deitamos tudo cá para fora”, o mundo pára, durante aquele espaço de tempo, somos livres!

– Pensam no projecto a médio/longo prazo, ou simplesmente é um dia de cada vez?
– Levamos muito a sério o que fazemos, não podemos dizer que é um dia de cada vez, digamos que é mais cada fase de cada vez, mas com os pés bem assentes no chão.
Gostávamos de continuar a tocar juntos por aí durante mais uns tempos, vamos ver o que o futuro nos reserva.

– O que é Irreversível?
– O “momento” e há que o que viver ao máximo!

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Francisco Barros

- Realizador e locutor radiofónico nos 90´s com "Rockodromo" & Outros
- Proprietário da extinta "Crash-Discos".
- Vocalista em "Model".
- Passador de música e performer em "Robotic Sessions".
- Musico experimental & Ocasional
- Colaborador e Ex-colaborador em diversas publicações nacionais e locais.

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