Todos já tivemos aquele momento que gostamos de chamar de déjà vu mas que nem sequer sabemos o que quer dizer isso.

Uma foto, um caderno, um postal, uma colecção. São exemplos. Pessoas e seus actos também se aplica.

Estes dias, andava à procura do cartão de uma loja de sapatilhas, porque vi na net que estavam com um desconto jeitoso e vi, aquilo.

Aquilo que julgava que nunca tinha existido, que foi um sonho, ou alguém que me contou a história de outro alguém.

Todos nós quando casamos, recebemos cenas, preferíamos o dinheiro do que a chave, ou o faqueiro, ou aquilo.

Aquilo que pronto, queres que diga? Um vibrador. O meu, era azul com o formato de golfinho como estimulador de clitóris. O golfinho derreteu e está dependurado pelos fios. Todas as coisas vêem sem pilhas incluídas. Porque é que o meu vibrador com um golfinho como estimulador de clitóris tinha de vir com pilhas incluídas?
Paz à sua borracha.

Comentários



Véronique S.

Tem os braços onde deveria ter as orelhas. Tem o coração onde deveria ter os olhos. Já as entranhas, costuma adormecer a mexer nelas. Qual criança que brinca com os cabelos até o sono à visitar.

Publicação Anterior

"Uma mistura de vários ingredientes" - Black Zebra em entrevista

Proxima Publicação

Martin Zimmermann traz “Hallo” ao CCVF